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O Departamento de Quarentena Agrícola do Egito divulgou instruções atualizadas para a exportação de morangos na temporada 2026, introduzindo medidas de conformidade mais rígidas que afetam toda a cadeia de fornecimento. Essas normas visam elevar os padrões de qualidade e garantir que os morangos egípcios atendam aos requisitos dos mercados internacionais.
O novo marco regulatório aborda a certificação das fazendas, os padrões das estações de embalagem e o cumprimento das regras de propriedade intelectual. Para exportadores que atuam nos mercados europeu, do Oriente Médio e asiático, compreender essas exigências é essencial para evitar rejeições custosas de cargas.

O processo de exportação de morangos agora exige que todas as remessas tenham origem em fazendas certificadas e codificadas, registradas no Departamento de Quarentena Agrícola. Esse sistema de rastreabilidade permite que as autoridades identifiquem a origem do produto caso surjam problemas de qualidade.
As fazendas que solicitam certificação devem comprovar conformidade com boas práticas agrícolas e manter registros detalhados de pulverizações. O sistema de codificação atribui a cada fazenda aprovada um identificador único que deve constar em toda a documentação de exportação. Fazendas não certificadas são totalmente excluídas dos mercados externos.
Todas as operações de inspeção e embalagem de morangos destinados à exportação devem ocorrer em estações ou centros de embalagem certificados. Essas instalações passam por avaliações de higiene, funcionalidade dos equipamentos e capacidade de cadeia fria.
A certificação avalia sistemas de resfriamento, áreas de classificação e zonas de armazenamento, além de protocolos documentados de limpeza e controle de pragas. Os certificados têm validade anual e precisam ser renovados por meio de novas inspeções.
Os pallets de madeira utilizados nas exportações de morangos devem estar em conformidade com a Norma Internacional ISPM 15. Cada pallet deve apresentar marcação clara indicando tratamento térmico ou fumigação, além do selo egípcio.
O uso de pallets sem marcação ou com tratamento inadequado pode resultar na retenção da carga nos portos de destino. Os exportadores devem adquirir pallets exclusivamente de fornecedores certificados.
O relatório de fumigação deve ser deduzido do certificado original durante o processo de emissão da licença de exportação. Esse sistema impede que o mesmo tratamento seja utilizado para múltiplas remessas.
Os exportadores devem coordenar com os prestadores de serviços de fumigação para programar os tratamentos com tempo suficiente. Um bom planejamento otimiza custos e garante conformidade.
Para exportar variedades de morango protegidas por direitos de propriedade intelectual, os exportadores devem apresentar comprovação de registro junto ao detentor da variedade. O inspetor da Quarentena Agrícola verifica se a empresa exportadora consta na lista branca mantida pelo titular dos direitos, normalmente a Emcocal.
Sem essa verificação, não são emitidas licenças de exportação. O registro envolve acordos de licenciamento que definem o pagamento de royalties por quilograma exportado.
A verificação da lista branca ocorre durante a solicitação da licença de exportação. Os inspetores conferem o nome do exportador e o certificado de registro com a lista atual de empresas aprovadas. As empresas devem manter situação ativa junto aos detentores dos direitos varietais.
Violações de direitos de propriedade intelectual podem resultar em consequências severas, incluindo ações judiciais, recusa de licenças e exclusão de mercados futuros.
As instruções exigem que a amostragem para análise de resíduos de pesticidas seja realizada em fazendas aprovadas pela Quarentena Agrícola. Para envios marítimos e terrestres, a quantidade máxima coberta por um único certificado de análise é de 15 toneladas.
O certificado original deve acompanhar a remessa. Cópias ou versões digitais não são aceitas.
As exportações por via aérea podem enviar até 3 toneladas por dia por empresa, com deduções aplicadas no certificado original de análise. Esse limite diário evita a evasão dos protocolos de controle.
Para cargas aéreas, uma cópia do certificado deve acompanhar os documentos de embarque, enquanto o original passa pelo processo de dedução.
Os certificados de análise de resíduos de pesticidas têm validade de 10 dias a partir da data do resultado, para transporte aéreo, marítimo ou terrestre. Esse prazo curto garante que os resultados representem níveis atuais de resíduos.
Os exportadores devem alinhar a coleta das amostras e a análise laboratorial com as datas previstas de embarque. A maioria dos laboratórios agrícolas egípcios processa amostras de morango em 3 a 5 dias úteis.
A exportação de morangos congelados exige processamento em fábricas certificadas, e não apenas em estações de embalagem. Essas unidades precisam de aprovações adicionais relacionadas a equipamentos de congelamento, sistemas de monitoramento de temperatura e protocolos de segurança alimentar.
A certificação avalia a capacidade de congelamento rápido, armazenamento em temperatura adequada e a existência de sistemas confiáveis de energia de emergência.
As exportações de morangos congelados devem ter origem em fazendas certificadas e codificadas, garantindo rastreabilidade total ao longo da cadeia. As mesmas regras de propriedade intelectual aplicam-se às variedades congeladas.
Todas as remessas de frutas e hortaliças para os Emirados Árabes Unidos, incluindo morangos, devem conter certificado de análise de resíduos. Essa exigência aplica-se tanto a produtos frescos quanto congelados.
As autoridades dos EAU implementaram essas regras após incidentes de contaminação. O mercado dos Emirados paga preços premium por morangos de alta qualidade, especialmente durante o verão local.
A Arábia Saudita exige que as amostras sejam coletadas em fazendas aprovadas, com um limite máximo de 30 toneladas por remessa cobertas por um único certificado de análise.
As licenças de importação devem incluir o número do alvará no formulário de inspeção e são válidas por apenas 15 dias a partir da data de emissão. As autoridades sauditas aplicam rigorosamente esses prazos.
O sistema de dedução evita o uso fraudulento de certificados em múltiplas remessas. As autoridades registram fisicamente no certificado original a quantidade deduzida e a data correspondente.
Tentar reutilizar certificados totalmente deduzidos constitui fraude e está sujeito a penalidades severas.
Os certificados devem permanecer válidos de acordo com as datas dos ciclos de colheita dos morangos, que variam conforme a região e as condições climáticas.
Extensões de colheita no fim da temporada podem gerar desafios de validade. A comunicação constante com os laboratórios ajuda a evitar problemas de última hora.
Exportadores bem-sucedidos implementam sistemas integrados de conformidade que conectam registros das fazendas, resultados laboratoriais e documentação de embarque. Plataformas digitais reduzem significativamente erros humanos.
O treinamento das equipes é fundamental para garantir conformidade contínua. Auditorias internas antes das inspeções oficiais ajudam a identificar e corrigir falhas com antecedência.
Os exportadores de morango lidam com diversos tipos de certificados, cada um com períodos de validade e regras de dedução distintas. Um sistema estruturado de controle documental evita confusões.
Alertas de calendário para datas de vencimento garantem renovações oportunas e evitam atrasos em períodos críticos da safra.
Atender às instruções de exportação de 2026 aumenta os custos operacionais. A certificação das fazendas envolve taxas iniciais e renovações anuais. A análise de resíduos de pesticidas custa, em média, US$ 150–200 por certificado.
Royalties de variedades protegidas adicionam outro custo, normalmente entre US$ 0,05 e US$ 0,15 por quilo.
Apesar do aumento dos custos, os exportadores certificados acessam mercados mais atrativos. Compradores preferem fornecedores com sistemas robustos de qualidade e conformidade total, resultando em melhores preços e contratos estáveis de longo prazo.
As taxas de rejeição caem drasticamente. Redes varejistas europeias e importadores do Oriente Médio pagam prêmios de 20–30% por morangos egípcios certificados e totalmente rastreáveis.
As novas instruções de exportação de morangos do Egito para 2026 estabelecem um quadro abrangente para garantir qualidade e rastreabilidade em toda a cadeia produtiva. Embora exijam investimentos em certificações, análises e sistemas documentais, essas regras alinham os padrões egípcios às expectativas internacionais.
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Fazendas não certificadas não poderão exportar morangos sob as novas instruções. O processo de certificação normalmente leva de 4 a 6 semanas, incluindo análise da solicitação, inspeção da instalação e emissão dos documentos de aprovação.
Os certificados cobrem limites específicos de tonelagem com deduções a cada uso. Para envios marítimos e terrestres, o máximo é de 15 toneladas por certificado. No transporte aéreo, são permitidas 3 toneladas por dia por empresa. Após a dedução total, é necessária uma nova análise.
Entre em contato com o obtentor ou fornecedor das mudas. A maioria das variedades comerciais desenvolvidas nos últimos 15 anos possui proteção de propriedade intelectual. A Quarentena Agrícola pode confirmar se a variedade consta na lista branca da Emcocal e exige registro antes da emissão da licença de exportação.